UCollatio

Texto críticoB 640B 827V 241V 413
1Quando se foi meu amigoQuandosse ffoy meu amigoQuandosse foy (seu) meu amygoQuando sse ffoy meu amigoQuando sse foy meu amigo
2jurou que cedo verria;Jurou que cedo veiriaiurou que cedo ueiriaiuroo que çedo uerriaiurou que cedo uerria
3mais, pois non ven falar migo,Mays poys nō vē falar migomays poys non uen falar migomais pois nō uen falar migomays poys nō uen falar migo
4por én, por Santa Maria,Porē por scā mariaporen por santa Mariaporē por sc̄a m̃iaporen por sancta maria
5nunca me por el roguedes,Nūcame porel iroguedesNūcamj por el roguedesnūca me por el rroguedesnū cami por el rog uedes
6ai donas, fe que devedes!Ay donas ffe q̄ deueds̄ay donas fe que deuedesay donas ffe que deueđs.ay donas fe que deuedes
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7Quando se foi, fez-me preitoQuandosse foy fez me eytoQuādosse foy fezmj p’ytoQuando sse foy fez me pẽytoQuandosse foy fezmi p’yto
8que se verria mui cedo,Q̄ sseueiria muy cedoq̄sse ueiria muj cedoq̄ sseuẽria muy cedoq̄ sse ue rria mui cedo
9e mentiu-m’e tort’á feito;E mentiume trota fc̄oemētiumj torta feytoementiume tõta fcōementiumi torta feyto
10e, pois de min non á medo,E poys de mī nō a medoepoys demj nō a medoepoys demī nō a medoe poys demi nō a medo
11nunca me por el [roguedes,Nūcame porel ⸫⸻Nuncamj pᵉ elnūcame porelnuncami pᵉ el
12ai donas, fe que devedes!]O q̄ vistes q̄ dizia< >< >< >
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13O que vistes que diziaCa andaua namoradoE q̄ uistes que diziaO que uistes que diziaE q̄ uistes q̄ dizia
14ca andava namorado,Poys q̄ nō ve(i)a o diaq̄ andaua namoradotaandaua namoradoq̄ andaua namorado
15pois que non veo o diaQ̄ lheu ama mandadopoys q̄ nō ueio o diapoys q̄ nō ueo o diapoys q̄ nō ueio o dia
16que lh’eu avia mandado,Nūcame por el irogueds̄ ay⸫⸻q̄lheu auya mādadoq̄lheu auia mandadoq̄ lheu auya mandado
17nunca me por el roguedes,Ay ⸫⸻Nūcamj pᵉ el roguedesnuncame por el rrogueđsnū cami pᵉ el roguedes
18ai [donas, fe que devedes!]< >.ay.< >